«Que teime
este grisalho burgo
com silhueta de alcantis
e torres onde canta o bronze-bronze
em derramar no mundo a febre
da sua gente, e o vigor
da planta que não larga a terra da raiz!
De independência é o seu perfil severo.
Independência os morros de granito.
Cada pedra ferida, cada gesto
- o povo unido é como pedra!»

Francisco da Cunha,
em «Ode ao Porto»

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Segunda-feira, 25 de Fevereiro de 2008

Desafio CCC

O trabalho que iniciámos no 1º período teve como objectivo estudar a dinâmica da cidade do Porto, identificando os principais problemas da cidade, bem como o seu potencial.

A nossa investigação teve como ponto de partida o tema “O Porto como uma marca”, pretendendo encontrar elementos que permitissem à cidade do Porto um processo de internacionalização activa.

O objectivo seria, então, encontrar uma área de acção em que o potencial da cidade fosse pouco explorado, para, assim, aproveitarmos esse potencial, construindo as nossas propostas de modo a colmatar as necessidades da cidade.

Após termos realizado o trabalho de diagnóstico em várias áreas: património histórico, património cultural, gestão do território, ambiente, turismo, potencial económico,...; decidimos focar-nos naquela que nos parece a de maior potencial para a cidade: a cultura.

O esforço notável no desenvolvimento dos espaços culturais da cidade, aquando do evento “Porto 2001 – Capital Europeia da Cultura”, demonstra o enorme potencial da cidade nesta matéria, o que ainda gerou uma espectacular campanha de promoção da cidade na Europa e no Mundo.

Mas, então, porque não foi este trabalho continuado? A cidade do Porto conta com infra-estruturas culturais de grande qualidade, e artistas, arquitectos e escritores de renome internacional. No entanto, existe pouca aposta nos eventos culturais, principalmente eventos que se repitam numa base regular, atraindo um público de todo o mundo. O Festival de Cinema Fantasporto é um contra-exemplo, mas porque não fazer o mesmo noutras áreas culturais?

Em termos de espaços da cidade, decidimos focar-nos em dois específicos: A Avenida da Boavista, dando particular ênfase à Casa da Música, Fundação de Serralves e Parque da Cidade, espaços que aliam cultura e lazer, e representam, talvez, as mais importantes infra-estruturas culturais da cidade; e também a zona envolvente da Praça dos Leões, na zona histórica da cidade, englobando a reitoria da universidade e diversos espaços culturais, como cafés-concerto, e livrarias, com particular destaque para a Livraria Lello & Irmão. Esta é uma zona da cidade de grande interesse histórico, mais voltada para as artes e literatura, o que viabiliza a sua afirmação como um quarteirão cultural, o que pretendemos explorar no nosso projecto.

Assim, temos vindo a realizar um trabalho de investigação aprofundado dessas zonas, um levantamento dos recursos existentes e o estudo de exemplos semelhantes noutras cidades do mundo, de modo a concebermos um projecto aplicável à nossa cidade.

Pretendemos, de agora em diante, continuar este trabalho e iniciar a elaboração das propostas nesta temática.

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publicado por Trips à moda do porto às 19:35
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